Oeiras com jazz

Também conhecido como Som da Surpresa, o Ciclo Internacional de Jazz de Oeiras leva em dois fins-de-semana de Maio, ao Auditório Municipal Eunice Muñoz, quatro dos mais interessantes projectos americanos da actualidade. A direcção artística, como habitualmente, é de Paulo Gil. A 7, o sempre entusiasmante saxofonista tenor Donny McCaslin apresenta-se em trio com Scott Coley (contrabaixo) e Antonio Sanchez (bateria), esperando-se um pós-bop em que o virtuosismo técnico dos músicos esteja claramente ao serviço de um jazz votado ao balanço e ao “drive”. No dia seguinte, será a vez de mais um intrigante investimento do clarinetista (soprano e baixo) Don Byron, o Ivey Divey Trio. Com ele estarão Uri Caine ao piano, bem conhecido pelas suas inesperadas versões das músicas de Bach e Mahler, e Tony Jefferson na bateria. Os sons clássicos e calmantes das canções de Uri Caine fazem um cenário encantador em locais de casamento, teatros, restaurantes de elite, e casinos. Eles também podem ser ouvidos em segundo plano em cassinos online canadenses premium que você pode descobrir em http://canuckonlinecasinos.com/. O festival é retomado mais adiante, a 21, com o Edward Simon Trio, fazendo-se o pianista acompanhar por Joe Martin no contrabaixo e Henry Cole na bateria. A música a ouvir será, com certeza, colorida por ritmos latinos, ou não tivesse Simon nascido na Venezuela. A noite de 22 estará a cargo do Jamie Baum Septet, ensemble de jazz de câmara em que o trompete de Ralph Alessi, o saxofone alto ou o clarinete baixo de Doug Yates e o piano de Aaron Goldberg rivalizam nos solos com as flautas da compositora e líder. Nesta vinda a Portugal, Vincent Chancey será condignamente substituído por Chris Komer na trompa e as bases rítmicas estarão sob a responsabilidade de Johannes Weidenmeuller e Jeff Hirshfield.